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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Coronel do Exército afirma que o Brasil está a três passos da guerra civil


     

Segue o artigo do Coronel na íntegra:
Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina.
Falta ainda homologar no Congresso e unir as várias reservas indígenas em uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.
Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.
O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja: a convulsão social. Este conflito parece inevitável.
O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.
Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las.
A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três componentes básicos:
— a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;
— os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos dito sociais;
— e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e desenvolvimentistas.
Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas políticas, sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço, prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.
Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos prostrará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões estrangeiras.
A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pelo caráter separatista
A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe mais), mas visa mesmo a criação de "uma grande nação" indígena. Agora mesmo assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.

O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição estrangeira. Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala, idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos quer a sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios. O CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores de nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em consonância com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala.
O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a atuação estrangeira está clara:
— Identificação das jazidas: já feito;
— atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas: já feito;
— conseguir a demarcação e homologação: já feito na maior parte;
— colocar na nossa Constituição que tratados e convenções internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força constitucional, portanto acima das leis comuns: já feito;
— assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá autonomia à comunidades indígenas: já feito.
Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.
O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências carentes dos recursos naturais — petróleo e minérios, quando o Brasil reagir.
Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola
A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por milagre, em todos os lugares, apareceram "quilombolas". No Espírito Santo cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A fronteira no Pará virou um quilombo inteiro.
Qual o processo? Apareceram uns barbudos depiercings no nariz, perguntando aos afro-descendentes: "O senhor mora aqui?" "Moro." "Desde 1988?" (o quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria direito à escritura). "Sim". "Quem morava aqui?" "Meu avô." "Seu avô por acaso pescava e caçava por aqui?" "Sim" "Até onde?" "Ah, ele ia lá na cabeceira do rio, lá naquela montanha." "Tudo é seu." E escrituras centenárias perdem o valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto não seja proposital para criar conflitos.
Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial. Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.
Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola não deu sinal de separatismo.
Os Conflitos Rurais — talvez os primeiros a eclodir
O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada. Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma "zona livre", uma "república do MST" na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza; finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e tende a realizar ações cada vez mais audaciosas.
É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão social, contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: "O interior do Brasil pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá convulsões sociais e a sociedade se desintegrará."
Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo governo, mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse.
O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura intervenção estrangeira
Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o progresso, mesmo matando os empregos Caso se imponham os esquemas delirantes dos ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado a atividades econômicas modernas.
Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e até mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções, naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos recursos naturais.
No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a serviço do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa urbana iludida, chama de "terra devastada" àqueles quadrados verdejantes de área cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da Marina Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil para o País.
A três passos da guerra civil
O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.
Várias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da radicalização das más medidas, particularmente do Ministério da Justiça:
— Roraima não está totalmente pacificada;
— o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da Funai em criar lá novas reservas indígenas;
— no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às provocações do MST;
— Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista do ministro Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.
Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho de pólvora. Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá pressões para ceder suas riquezas naturais — petróleo, minérios e até terras cultiváveis — e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda quando uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o MST no caso de Itaipu.
Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será proposital?
Que Deus guarde a todos vocês.
O cel. Gelio Fregapani é escritor, atuou na área do serviço de inteligência na região Amazônica, elaborou relatórios como o do GTAM, Grupo de Trabalho da Amazônia.
Blitz Digital/ SoS Família Militar

SP: em meio a protestos, grupo pede volta de militares ao poder


Com faixas, grupo de mascarados pedia a saída da presidente Dilma Rousseff e o retorno dos militares ao governo do País

Manifestantes pedem o retorno dos militares ao poder em protesto na avenida Paulista, em São Paulo Foto: J. Duran Machfee / Futura Press


Em meio aos protestos motivados por diversas razões, nesta quarta-feira, em São Paulo, um grupo concentrado no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na avenida Paulista, por volta das 17h40, levou faixas pedindo a saída da presidente Dilma Rousseff da presidência, e desejando o retorno dos militares ao poder. “Queremos os militares novamente no poder”, dizia uma das faixas carregadas por um grupo de mascarados, que também traziam frases como "PT nunca mais".
De acordo com a Polícia Militar, grupos distintos realizaram protestos nesta quarta-feira na capital paulista. Uma das manifestações é contrária ao Ato Médico, outra ao projeto apelidado de “cura-gay” e outra pedia a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o transporte público na cidade. Até as 20h, apenas o último havia se encerrado.
Segundo a Companhia de Engenharia de Trânsito (CET) de São Paulo, o grupo que protesta contra o Ato Médico se concentrou por volta das 17h na praça Roosevelt, no centro da capital paulista. Eles saíram em passeata pela rua da Consolação por volta das 18h15, e o trânsito no sentido centro ficou interditado a partir da altura da rua Dona Antônia de Queirós. 
O grupo retornou no sentido contrário, ocupou a rua Haddock Lobo por volta das 19h10 e, às 20h10, se encontrava na rua Pamplona, próximo à avenida Paulista. Há bloqueio no trânsito no local, mas a via não foi interditada. 

Manifestantes pedem a saída da presidente Dilma Rousseff em protesto na avenida Paulista, em São PauloFoto: J. Duran Machfee / Futura Press

Outra manifestação, contrária ao projeto chamado de cura-gay e ao presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados, Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), se concentrou no Masp e partiu em caminhada pela avenida Paulista. O trânsito ficou totalmente interditado no sentido Paraíso, mas, às 20h20 já estava liberado. A CET não informou por quanto tempo a via ficou fechada.

O grupo desceu a avenida Brigadeiro Luís Antônio e se encaminhou a sede do PSC, partido de Feliciano. A faixa da direita da via, sentido bairro, foi ocupada pelos manifestantes, assim como duas faixas do sentido centro. Apesar do bloqueio, o tráfego de veículos não foi interrompido.

Segundo a PM, os manifestantes tinham a intenção de iniciar a passeata até a sede do PSC às 20h. Às 18h50, porém, o grupo iniciou a caminhada até o local.

A Polícia Militar ainda não tem a estimativa oficial de quantos manifestantes fazem parte dos protestos. Em uma estimativa parcial, a PM afirmou que 300 pessoas, somados todos os protestos, foram às ruas de São Paulo hoje. Terra/ SoS Família Militar

Marinha fiscaliza embarcações no Rio Parnaíba na cidade de Floriano


Militares apreenderam embarcação e notificaram outras por irregularidades.
Capitania dos Portos ministra curso para tripulações e embarcações.
A Capitania dos Portos realizou uma vistoria nas embarcações que fazem a travessia de pessoas pelo Rio Parnaíba, entre as cidades de Floriano, no Piauí, e Barão de Grajaú, no estado do Maranhão. De acordo com a fiscalização, uma embarcação foi apreendida e outras foram notificadas por apresentarem irregularidades.

A Universidade Federal do Piauí adquiriu há dois meses uma lança que servirá para os projetos de pesquisa e extensão do campus de Floriano. “Antes de colocar a embarcação em prática, nós convidamos a marinha para qualificar os servidores e ter autorização para navegação”, disse o diretor do campus, Mauro Lima.

Participaram do curso a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros da cidade. O objetivo da qualificação ministrada pela Marinha do Brasil, através da Companhia dos Portos do Piauí, foi dar treinamento para tripulações e embarcações. “O treinamento é obrigatório para os órgãos público que desejam ter embarcações maiores de oito metros, mas deve ser solicitado por estes órgãos”, afirmou o sargento da Marinha, Carlos Henrique Rodrigues.

Durante a realização do curso, os militares da Marinha realizaram a fiscalização nas embarcações que fazem a travessia de pessoas no Rio Parnaíba, em Floriano. Na operação é verificada se os condutores tem habilitação específica para o transporte, bem como os itens. de segurança e condições de navegabilidade das embarcações. Em caso de irregularidades a multa, aplicada pela Capitania dos Portos, pode ser entre R$ 40 a R$ 3.200, ou retenção da embarcação.

“Tenho que comprar sinaleira, bandeira, boia, extintor, reformar o fundo da barca e acredito que só vou voltar a funcionar a barca daqui a um mês”, ressaltou o proprietário de embarcação, Damião Messias, após a fiscalização.

Segundo o sargento da Marinha, Carlos Henrique Rodrigues, uma embarcação foi apreendida e outras notificadas. “Identificamos algumas irregularidades, mas algumas já foram sanadas. É importante que a população denuncia os casos de embarcações irregularidades, basta identificar o número da embarcação ou identificar alguma característica, como cor, desenho, e ligar para o número 0800 095 2844, que iremos fiscalizar a denúncia”, disse o militar. G1/ SoS Família Militar

EXÉRCITO BRASILEIRO PARTICIPA DA OPERAÇÃO HILEIA PÁTRIA







Desde o dia 20 de junho, o Exército Brasileiro, por intermédio da Força Tarefa Pátria Brasil, tropa constituída por Organizações Militares do Comando Militar do Nordeste, está participando da Operação Hileia Pátria na região noroeste do Maranhão.

O evento interagências foi instituído pela Presidenta da República, por meio do Decreto 7957, que regulou o apoio das Forças Armadas ao Gabinete de Gestão Ambiental, para atividades de proteção ao meio ambiente.

A participação do Exército nessa Operação tem por objetivo prestar apoio logístico, de inteligência e de comunicações ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA) nas ações de combate aos crimes ambientais e na redução do desmatamento ilegal.

Para alcançar tais objetivos, a Força Tarefa realiza, dentre outras atividades, “briefing” entre os integrantes do Comando da Força Tarefa e representantes do IBAMA e da Polícia Rodoviária Federal sobre as ações a serem desenvolvidas na Operação; reconhecimento aéreo da área de operações, empregando aeronaves do 2º Batalhão de Aviação do Exército; e escolta de comboio de viaturas e materiais apreendidos.

Em apenas cinco dias de operação, foram fechadas oito madeireiras, que tiveram suas máquinas e equipamentos desmontados e apreendidos, assim como recolhidos vários caminhões utilizados para o transporte das madeiras.

Durante a Hileia Pátria, o Hospital Militar de Área de Recife desdobrou um hospital de campanha para atender aos militares e realizar ação social nas comunidades dessa região, oferecendo à população atendimento médico e odontológico.




BUSCA E RESGATE - "FAZEMOS GRANDES MISSÕES EM PROL DA VIDA", DIZ VETERANO HOMENAGEADO









A Base Aérea de Campo Grande (BACG) celebrou nesta quarta-feira (26/06) o Dia da Aviação de Busca e Salvamento com uma cerimônia que encerrou também a XXV Reunião de Aviação de Asas Rotativas (RAAR), evento que reuniu esquadrões de helicópteros da Força Aérea Brasileira.

Presidida pelo Comandante do Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR), Tenente Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, a solenidade foi marcada pela homenagem ao veterano do Esquadrão Pelicano, suboficial Hélio Ferreira Vallim. O militar participou da missão histórica que deu origem ao Dia da Aviação de Busca e Resgate.

Em 1967, a maior operação realizada pela FAB, até então, mobilizou trinta e duas aeronaves, durante dez dias, para localizar na selva Amazônica, um C-47 que transportava um pelotão de Infataria da Aeronáutica. De 25 militares a bordo, cinco sobreviveram ao acidente. O suboficial Vallim foi o primeiro a avistar naquele 26 de junho os destroços da aeronave 2068. "Esta foi a primeira, mas fizemos grandes missões e grandes realizacões em prol da vida", disse Vallim.

Durante a cerimônia realizada no hangar por causa do mau tempo, comandantes de unidades aéreas e ex-comandantes também foram homenageados com a medalha "Mérito Operacional Brigadeiro Nero Moura", ícone de operacionalidade.

Aos participantes da XXV RAAR, a II Força Aérea entregou o troféu eficiência aos pilotos e tripulantes que mais se destacaram ao longo do ano passado. "É uma forma de reconhecer a dedicação e a operacionalidade desses militares", explica o Comandante da II FAE Brigadeiro do Ar José Rodrigues de Alencastro. Ao longo de quatro dias, pilotos e tripulantes de helicópteros reunidos em Campo Grande aprimoraram doutrinas, técnicas operacionais e debateram temas como segurança de voo e logística.

Participaram do intercâmbio operacional os esquadrões Falcão(1º/8º GAV), Poti(2º/8º GAV), Puma(3º/8º GAV), Pantera(5º/8º GAV), Harpia(7º/8º GAV), Pelicano(2º/10º GAV), Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS) além do Esquadrão Gavião(1º/11ºGAV). O Comandante do COMGAR lembrou que o uso de helicópteros em missões de busca e salvamento é fundamental. "As imagens dos helicópteros da FAB transportando vítimas do acidente de Santa Maria (RS) ainda estão na memória de todos", exemplifica o Brigadeiro Rossato.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

EUA: pilotos conseguem ejetar antes de queda de jato militar

Jato F-16


Dois pilotos conseguiram ejetar com segurança pouco antes da queda de um jato F-16 na noite dessa quarta-feira no Estado do Arizona, nos Estados Unidos, de acordo com informações de uma porta-voz das Forças Armadas à rede 
CNN.

O incidente aconteceu perto da Base Aérea Luke, em Glendale. Ainda não há maiores detalhes sobre possíveis vítimas ou danos no local, nem a razão para a queda da aeronave.
Segundo a emissora local KPNX-TV, a colisão de uma ave com o motor do avião pode ter sido a causa para o acidente. Testemunhas relataram terem visto duas explosões e depois a queda do motor.
A Base da Força Aérea Luke é a maior base de treinamentos de jatos F-16 do mundo, de acordo com a agência de notícias RT, e fica localizada a aproximadamente 24 quilômetros de Phoenix, capital e cidade mais populosa do Arizona. Terra/ SoS Família Militar

Exército estuda PPP para construção de polo de tecnologia


Por De Brasília
A busca por mais investimento para viabilizar projetos levou o alto comando do Exército a partir para uma iniciativa ainda inédita nos quartéis-generais. Os militares decidiram lançar mão de uma parceria público-privada (PPP) para viabilizar a construção do polo de ciência e tecnologia do Exército em Guaratiba, no Rio de Janeiro.
Desenhado para integrar o Instituto Militar de Engenharia (IME), com pistas de voo aéreo não tripulado, centro tecnológico e diversas empresas ligadas à área de conhecimento em defesa, o polo do Exército está planejado desde a década de 80, mas que nunca saiu do papel, porque precisa de R$ 1,5 bilhão para se tornar realidade.
"Não temos esse recurso. Estudamos todas as alternativas e concluímos que a PPP é o melhor caminho para erguermos nosso polo", diz o chefe do comitê executivo do projeto, general Jaldemar Rodrigues de Souza.
Uma minuta da proposta e de manifestação de interesse já foi elaborada pelo Exército e encaminhada ao Ministério do Planejamento. Segundo Souza, várias empreiteiras já disseram que vão analisar o negócio, entre elas Odebrecht, OAS, Andrade Gutierrez e Carioca. A intenção do Exército é que elas construam o polo e, a partir daí, tenham direito de explorar, por 25, 30 anos, os diversos serviços que serão oferecidos no local, como aluguel de áreas de shopping, restaurante, creche e policlínica, entre outros.
A previsão é que cerca de 10 mil pessoas circulem diariamente pela área de 600 mil metros quadrados de Guaratiba, que terá ainda cerca de 1,5 mil moradias. Companhias como Vale e Petrobras, segundo Souza, já demonstraram interesse em ter estruturas dentro do polo. Em termos práticos, o que existe até agora desse empreendimento é um anteprojeto e um estudo de viabilidade técnica e econômica.
O Ministério da Educação sinalizou ao Exército que poderá financiar os recursos que serão usados na construção do novo prédio do IME, obra avaliada em cerca de R$ 300 milhões. "Nós podemos usar esse recurso para formar o fundo garantidor que viabiliza a parceria com a iniciativa privada", diz o general.
O Ministério de Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI) também considera a viabilidade de erguer um laboratório no polo. A expectativa do Exército é lançar a concorrência no segundo semestre do ano. (AB)