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terça-feira, 2 de julho de 2013

Carro-bomba explode e mata soldados da Otan no Afeganistão

Quatro soldados e sete rebeldes morreram no atentado.

Rebeldes com coletes com explosivos lutaram com guardas e foram mortos.

Da Associated Press

Um ataque suicida Talibã contra um grupamento da Otan em Cabul, no Afeganistão, nesta terça-feira (2), matou ao menos quatro soldados e feriu dois civis, de acordo com a polícia local.
Soldados da Otan no Afeganistão sofrem ataque suicida. (Foto: Rahmat Gul/AP)Feridos após ataque suicida contra soldados da Otan no Afeganistão são socorridos. (Foto: Rahmat Gul/AP)O chefe da polícia Mohammad Ayuob Salangi disse que a explosão do carro-bomba, que ocorreu por volta das 16h30 locais, deixou uma cratera profunda no primeiro portão que conduz ao acampamento da Otan. Quatro rebeldes também morreram na explosão.

Outros três suicidas, com coletes repletos de explosivos, começaram a lutar com os guardas. Eles também foram mortos.

O Talibã reivindicou mais tarde a autoria do atentado.
Soldados da Otan no Afeganistão sofrem ataque suicida. (Foto: Rahmat Gul/AP)Soldados da Otan no Afeganistão sofrem ataque suicida. (Foto: Rahmat Gul/AP)


O ataque ocorre após o porta-voz do Ministério do Interior Sediq Sediqqi anunciar, nesta segunda-feira, que insurgentes já mataram 299 policiais e feriram outros 618 em um mês, ilustrando como o número de mortos está crescendo entre as forças locais agora que as tropas da coalizão da Otan entregaram ao país a responsabilidade pelas operações de combate.

No mesmo período, Sediqqi disse que 753 militantes foram mortos em operações conjuntas com as forças armadas e mais de 300 foram presos. Foram mortos 180 civis.
Soldados da Otan no Afeganistão sofrem ataque suicida. (Foto: Rahmat Gul/AP)Soldados da Otan no Afeganistão sofrem ataque suicida. (Foto: Rahmat Gul/AP)G1/ SoS Família Militar

Marinha abre concurso para 3 vagas de professor


Os candidatos devem ter nível superior, mestrado e doutorado. 
O salário é de R$ 2.700,51 para jornada de 20 horas semanais.

Marinha
Inscrições
De 8 de julho a 2 de agosto
Vagas
3
Salário
R$ 2.700,51
Taxa
R$ 45
Provas
Data a ser divulgada
A Marinha abriu concurso público para 3 vagas de professor do magistério superior, classe A, adjunto-A, nível 1, para o quadro civil. As vagas são para as áreas de direito internacional público, economia e indústrias de defesa e relações internacionais. Os candidatos devem ter nível superior, mestrado e doutorado. O salário é de R$ 2.700,51 para jornada de 20 horas semanais.
No site do DOU, é possível ver o edital (acesse o edital).
As inscrições devem ser feitas de 8 de julho a 2 de agosto pelos sites www.ensino.mar.mil.br ou www.ingressonamarinha.mar.mil.br. A taxa de inscrição é de R$ 45,00.
A seleção será realizada por meio de prova escrita de conhecimentos específicos, prova didática e prova de títulos.
A prova escrita de conhecimentos específicos terá duração de 4 horas e será realizada na cidade do Rio de Janeiro, em data, horário e local a serem divulgados. 
G1/ SoS Família Militar

Tenente do Exército reage a assalto e leva tiro de raspão em Cuiabá


Jovem militar de 29 anos levou tiro de raspão na cabeça.
Suspeitos desistiram de roubo e fugiram do local.

Denise Soares Do G1 MT

Um tenente do Exército Brasileiro reagiu a um assalto na noite desta segunda-feira (1º) e acabou sendo ferido, no Bairro Jardim Cuiabá, na capital mato-grossense. De acordo com o 10º Batalhão da Polícia Militar, o militar de 29 anos reagiu ao roubo e levou um tiro de raspão na cabeça.

Conforme a polícia, o tenente estava em um carro de passeio e tinha chegado na casa da sogra dele, por volta de 18h40 [horário de Mato Grosso]. Quando saiu do veículo, ele foi abordado por dois homens armados que chegaram em uma motocicleta. A dupla exigia que ele entregasse as chaves do carro. No entanto, o militar teve uma reação e tentou segurar um dos suspeitos. O tenente não estava armado.

O assaltante disparou contra o militar e fugiu com o comparsa. O tiro atingiu de raspão a cabeça do tenente, que foi socorrido consciente por vizinhos que ouviram o barulho. Apesar do tiro, o militar não corre risco de morte e foi encaminhado para um hospital particular da capital.

Os suspeitos desistiram de levar o carro e não foram detidos até a manhã desta terça-feira (2º). G1/ SoS Família Militar

HELICÓPTEROS E GREEN LASER


Centenas de laser mirando helicóptero na Praça Tahrir


Um helicóptero AH-64 Apache das Forças Armadas do Egípcias sobrevoando os manifestantes na Praça Tahrir, Cairo, Egito, é iluminado por centenas de laser verde. Foto - Khaled Desouki AFP

Helicópteros das Forças de Segurança do Egito, incluindo em um momento um AH-64 Apache, foto acima, (não mostrado no vídeo), são mirados com centenas de raios Laser (Green Laser). O fato ocorreu na Praça Tahrir, Egito, noite de 30 de Junho.

O efeito flash (cegueira temporária) na tripulação deve ter sido terrível. A mesma técnica com alguns Lasers foi empregada nas manifestações no Brasil, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Os helicópteros emissoras de televisão também sofreram com o ataque dos laser verde no Brasil.

A FAB e as Forças de Segurança Estaduais têm agido contra o emprego do Laser Verde no Brasil.

Veja as incidências em dados do CENIPA -
http://www.cenipa.aer.mil.br/cenipa/raio_laser/graficos/index 
Defesanet/ SoS Família Militar

Bandeira da desmilitarização ganha força


Com a onda de protestos, tema é debatido por especialistas que propõem união das polícias Civil e Militar

Vera Araújo


Assunto presente nas manifestações Brasil afora, a desmilitarização das polícias ganhou força no Rio e está entre as principais bandeiras defendidas por diversos grupos. A ação do Batalhão de Operações Especiais da PM no Complexo da Maré - onde dez pessoas morreram na semana passada - acendeu ainda mais o debate. A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, propôs a reforma nas polícias. Especialistas acreditam que, antes mesmo de uma proposta de emenda constitucional, é possível fazer mudanças, com a criação de uma academia integrada para policiais civis e militares e treinamento em direitos humanos.
O professor Ignácio Cano, do Laboratório de Análise da Violência da Uerj, defende a união das duas polícias, Civil e Militar, mantendo-se o que há de melhor em cada uma delas.
- O ideal seria instituir uma nova Polícia Civil integrando as duas corporações, mas conservando elementos positivos de ambas - diz Cano.
Ele é um dos que defendem uma academia única para as duas polícias, citando como exemplo o modelo do Ceará. A medida da Secretaria de Segurança de estabelecer metas fez com que as duas corporações trabalhassem juntas. Ele sugere ainda a unificação do banco de dados e do sistema de radiocomunicação.
O professor de Direito Penal e Criminologia da UFF Daniel Andrés Raizman explica que uma emenda constitucional para a desmilitarização poderia até tramitar em cerca de dois meses. Mas ele acha que, antes disso, podem ser adotadas outras providências:
- A desmilitarização seria uma boa opção, pois quanto menos violência melhor. Mas há soluções a curto prazo para reduzi-la, como o uso de câmeras nos capacetes dos policiais do Batalhão de Choque e a melhor capacitação, com cursos de direitos humanos.
Uma herança da ditadura
Uma desmilitarização em etapas, de forma a quebrar a resistência que existe dentro das polícias. É o que defende a criminóloga Elizabeth Süssekind, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Para ela, os próprios policiais não têm uma noção clara do seu papel. Elizabeth lembra que, no episódio da Maré, o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, afirmou que "o estado foi atacado e reagiu".
- Não foi o estado que foi atacado. Uma parte das polícias assumiu a ideia de que existe para defender o estado ou o governo. Não é isso. Elas têm que defender direitos, o cidadão. São órgãos com que a população conta para que possa exercer seus direitos de trabalhar, ter saúde, ir e vir, de liberdade de expressão.
Gabriel Siqueira, de 24 anos, do Fórum Contra o Aumento das Passagens, explica a importância da reivindicação:
- É uma conta que pagamos desde a ditadura. A PM ainda atua de coturno, sob o regime da caserna. Um sistema atrasado.

Transolímpico: sai acordo com Exército



Cerca de 300 moradores de Magalhães Bastos não serão mais removidos


Após reunião com o comando do Exército, parlamentares e moradores de Magalhães Bastos, o prefeito Eduardo Paes anunciou, na tarde de ontem, que não será mais preciso desapropriar aproximadamente 80 casas no caminho do corredor Transolímpico. Com o desfecho, que beneficia 300 pessoas, o Exército concordou em ceder mais uma parte de um terreno da Rua Salustiano Silva, já nas proximidades da Avenida Brasil.
O encontro contou com a presença dos deputados federais Chico Alencar (PSOL), Alessandro Molon e Luiz Sérgio (ambos do PT), além do vereador Marcelino D"Almeida (PMDB). Na última terça-feira, uma reunião do grupo com o comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, em Brasília, já havia deixado o acordo bem encaminhado.

Prefeito: melhor solução

O prefeito Eduardo Paes disse que, em 15 dias, o novo traçado da via expressa, que liga a Barra da Tijuca a Deodoro, será apresentado pela Secretaria municipal de Obras.
- A nossa linha é sempre evitar desapropriações. Não é só o custo financeiro, mexe com a vida de muita gente. Esta foi a solução pela qual estávamos brigando há três anos. Faltava acordo em uma pequena parte do terreno do Exército. Provavelmente teremos que gastar até mais, pois pode haver a necessidade de construir viaduto. Mas se tiver que fazer viaduto, eu faço. E nos comprometemos com o Exército a reconstruir o que precisará ser derrubado em suas instalações durante as obras - afirmou o prefeito.
Com 26 quilômetros, o BRT Transolímpico (corredor expresso) prevê a circulação de aproximadamente 60 ônibus articulados para transportar, em pistas exclusivas, cem mil passageiros por dia. De acordo com Paes, as obras devem ser concluídas em 2016. O deputado Alessandro Molon comemorou a decisão.
- Os moradores estavam angustiados com a possibilidade de saírem de suas casas - disse o parlamentar.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

STM compra R$ 62,7 mil em brindes


O Superior Tribunal Militar (STM) reservou R$ 62,7 mil para a compra dos brindes, que vão desde canetas até pen drives, entregues a servidores que participam de cursos de capacitação, tudo com dinheiro do contribuinte. No total, o STM empenhou R$ 32,9 mil para a aquisição de 700 pastas para notebook em couro sintético, R$ 3,7 mil para 150 pastas porta-diploma, além de R$ 5,2 mil para a compra de mil canetas e R$ 4,2 mil para 150 kits de caneta e lapiseira. Entre os mimos, o item mais cobiçado é o pen drive de 16 GB, cujo valor empenhado ficou em R$ 4,2 mil. Cada um custará R$ 42,00.

Cláudio Humberto/ SoS Família Militar