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segunda-feira, 1 de julho de 2013

EUA iniciam por Honduras fortalecimento da presença militar na América Central


Militares norte-americanos e hondurenhos participam de cerimônia em Tegucigalpa. Presença militar dos EUA aumentou após golpe
Para o ano fiscal de 2014, os Estados Unidos preveem uma ligeira diminuição nos fundos destinados para a “luta contra as drogas” no México e na Colômbia, em troca de um aumento para a CARSI (Iniciativa Regional de Segurança para a América Central, por sua sigla em inglês), para a qual o Departamento de Estado solicitou 162 milhões de dólares, ou seja, 26 milhões a mais do que o orçamento de 2012. Apesar de não ser fácil saber exatamente que quantidade de recursos vai chegar a Honduras através de diferentes vias e programas, é lógico pensar que esse país vai gozar de uma atenção privilegiada.
Recentemente, o Congresso Nacional de Honduras aprovou a criação de mil novas praças para soldados do exército e para a formação do corpo de elite Tigres (Tropa de Inteligência e Grupos de Resposta Especial). “Querem fazer crescer o poderio militar à custa da segurança pública”, declarou à imprensa local o vice-presidente do congresso, Marvin Ponce.
Em 2011, o Pentágono incrementou seu gasto militar do país em 71% em relação ao ano anterior. Mesmo levando em conta a grave crise de Estado, política, institucional e social que se abateu sobre Honduras desde o golpe de Estado, as repetidas denúncias de corrupção, violação de direitos humanos e de conluio com o crime organizado dirigidas à Polícia Nacional, e o fracasso do processo de depuração policial, os EUA seguem enviando fundos para continuar com seus programas.
Em declarações a Opera Mundi, a diretora do Programa das Américas do CPI (Centro para a Política Internacional), Laura Carlsen, diz que os EUA “querem ter mais controle sobre as estratégias de segurança interna dos países centro-americanos, sobretudo agora que vários governos progressistas ou de esquerda se instalaram na América Latina”.
“Nesse sentido” – continuou – “os EUA buscam fortalecer sua presença militar para enfrentar o que veem como uma ameaça contra a sua tradicional hegemonia na região”, disse.
Segundo o jornalista e comunicador social hondurenho Félix Molina, já há sinais visíveis que mostram a progressividade de tal intervenção no cenário hondurenho.
“Começou com a assinatura de um intercâmbio de inteligência e de experiências entre o regime de Porfirio Lobo e da Colômbia e depois veio a autorização para criar novas bases militares dos EUA em La Mosquitia e no Caribe. Assim mesmo, estamos assistindo à chegada de altos funcionários do Departamento de Estado e à intervenção direta no processo de avaliação do Ministério Público, de depuração da policia e da criação de várias leis”, assegura o jornalista.
Entre as leis questionadas, Molina citou, entre outras, a Lei Antiterrorista, a Lei de Intervenção de Comunicações Privadas, a Lei de Inteligências Nacional e a Lei de Extradição para Hondurenhos. Em março passado, o subsecretário-adjunto de Estados do Escritório Antinarcóticos dos EUA, William Brownfied, anunciou a aprovação de um financiamento de US$ 16,3 milhões para criar uma força-tarefa policial para combater os crimes mais graves.

"Duplo discurso"
Manter Honduras nas primeiras páginas dos jornais e dos noticiários como o país mais violento do mundo e como um Estado falido seria, então, parte da estratégia norte-americana para justificar uma possível intervenção factual. “Os EUA mantêm um duplo discurso para garantir seus objetivos e prioridades estratégicas. Estamos vendo um incremento de sua presença e de suas bases militares na região, assim como de seus projetos sociais e de cooperação, que ocultam seus verdadeiros interesses”, explica a ex-diretora de Assuntos Internos da Policia Nacional, Maria Luisa Borjas.
Um protagonismo silencioso e sutil em sua aparência, mas muito eficaz na prática, que de acordo com Molina busca fortalecer institucionalmente o aparato de segurança de Honduras, mas que na realidade “mira fortalecer o Exército, isto é, o aparato que monopoliza a violência no Estado hondurenho, e em garantir seu controle hegemônico.”
Recentemente, 21 senadores norte-americanos enviaram uma carta ao Secretário de Estado, John Kerry, assinalando como um “fracasso decepcionante” o processo de depuração. Assim mesmo, exigiram uma “prestação de contas” dos fundos desembolsados pelos EUA e destinados ao Exército e à polícia hondurenha. “Devemos nos assegurar de que os fundos norte-americanos não estejam permitindo violações desenfreadas dos direitos humanos, incluindo por membros das forças armadas de segurança de Honduras que atuam amparadas pela impunidade”, diz a carta.

OperaMundi/ SoS Família Militar

Brasil desenvolveu fibra de carbono a partir do pertróleo, utilizando o piche

São Paulo


A fibra de carbono de piche já é produzida comercialmente no Japão e nos EUA, porém com piche de alcatrão ou sintético (substâncias químicas puras), e com o preço de comercialização variando entre US$ 50 e US$ 1 mil o quilo. O alto custo faz com que o material, que substitui sobretudo o aço e alumínio, seja mais usado em carros de Fórmula-1, veículos de luxo, em aviões e foguetes.
De acordo com o gerente do Projeto Carbono do Núcleo de Competência para o Desenvolvimento de Tecnologia de Carbono (NCDTC) do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), Major Alexandre Taschetto, a vantagem da invenção brasileira é que os derivados do petróleo ou “fundo do barril de petróleo” não têm mercado significativo, o que ajuda a baratear a fibra de carbono brasileira e viabilizar o uso em larga escala.
“Avaliamos que a fibra de carbono de piche de petróleo brasileira pode custar entre US$ 10 a US$ 15 por quilo. A indústria automobilística avalia que se o custo da fibra estiver abaixo de US$15 por quilo já compensa substituir o aço por fibra em maiores quantidades”, explicou o major ao salientar que carros com peças de fibra de carbono têm mais eficiência energética e emitem menos poluentes que os carros com peças de aço.
Taschetto explicou ainda que, para o Exército, a nova tecnologia também é muito útil na fabricação de materiais mais leves para os soldados, “desde equipamentos individuais como capacete, armamento leve, como pistola e fuzil, até armamento pesado, como metralhadora, morteiro, além de peças para viaturas mais leves”.
A produção em escala industrial do material ainda está em estudo na Petrobas. O produto produzido em escala semi-industrial será apresentado no Congresso Mundial de Pesquisadores da Área de Carbono (Carbon 2013), entre os dias 15 e 19 de julho, no Rio de Janeiro e pela primeira vez na América do Sul. As fibras de carbono estão presentes em vários produtos como nas bicicletas, nos celulares e laptops.

Equipe Infoenergia

FINAL DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES: 7,4 mil militares das Forças Armadas para 'blindar' o Maraca

Maracanã foi blindado para receber decisão da Copa das Confederações





Com um contingente de 10,6 mil policiais e 7,4 homens das Forças Armadas, o Maracanã será praticamente blindado para a disputa da final da Copa das Confederações neste domingo, quando novos protestos deverão ser registrados nos arredores do estádio.

O considerável reforço no desdobramento policial fica ainda mais evidente se comparado aos 5.646 agentes que normalmente patrulham as ruas das cidades do Rio de Janeiro e de Niterói, de acordo com os números publicados pela revista "Veja".

Além do contingente previsto para as áreas externas, outros 1,3 mil seguranças privados deverão reforçar a segurança dentro do estádio, já que o Comitê Organizador Local (COL) da Copa se comprometeu a seguir esse número.

Quem não deverá estar presente na grande final da Copa das Confederações é a presidente Dilma Rousseff, que, segundo a agenda divulgada hoje pelo governo, não terá "compromissos oficiais" neste domingo.

Durante seu discurso na partida de abertura do torneio, no último dia 15 de junho, em Brasília, Dilma, que na ocasião era acompanhada pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter, recebeu uma sonora vaia dos torcedores presentes.

Esse claro sinal de reprovação veio à tona em paralelo ao início da onda de protestos que acabou se estendendo por todo o país a partir da rejeição a um aumento de R$ 0,20 no preço da tarifa do transporte público em São Paulo.

Apesar dos protestos não estarem dirigidos expressamente contra a presidente, que, inclusive, chegou a estender a mão aos manifestantes, a explosão de um descontentamento até então oculto causou um grande impacto nas avaliações de seu governo.

O índice de aprovação de Rousseff passou de 57%, número registrado dois dias antes do início das manifestações, para 30%, o nível mais baixo de sua gestão, de acordo com uma pesquisa publicada hoje pelo Instituto Datafolha.

Em março, o governo Dilma tinha 65% de popularidade, um número que foi caindo à medida que a inflação subia e a taxa de juros aumentava.

Os protestos, que se repetem diariamente por todo país com uma longa lista de reivindicações, exigem, entre outros fatores, um maior investimento em educação e saúde, além de uma reforma política.

Além das reivindicações sociais, os protestos que levaram milhões de brasileiros às ruas também envolvem o elevado custo da organização da Copa do Mundo de 2014. Por causa deste fato, muitas manifestações - a maioria com episódios de extrema violência - foram realizadas nos arredores dos estádios usados na Copa das Confederações.

Embora a polícia tenha conseguido evitar que os manifestantes se aproximem dos estádios, muitas vezes com uso de gás lacrimogêneo e bombas de efeito moral, inúmeras batalhas campais foram registradas em consequência dessas ações, assim como ocorreu em Fortaleza e, especialmente, em Belo Horizonte, onde as semifinais foram disputadas.

Diante deste contexto, novas manifestações estão previstas para serem realizadas amanhã no Maracanã, que, por sua vez, estará completamente lotado, tendo em vista que os 79 mil ingressos colocados à venda estão esgotados.

Representantes do chamado Comitê Popular da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, um dos organizadores do protesto de amanhã, se reuniram hoje com a Polícia Militar para comunicar o trajeto que a manifestação deverá seguir.

No encontro citado, as partes envolvidas ressaltaram o dever do estado "de garantir o direito constitucional da população de ir à rua protestar", indicou o grupo em sua página de Facebook, usada para convocar os manifestantes.

Gustavo Mehl, um dos integrantes do Comitê, afirmou à Agência Efe que o descontentamento da população em torno da "imposição" de megaeventos esportivos é um dos motivos que fazem essas manifestações contarem como um grande número de pessoas.

"Não é de estranhar que estas manifestações nascem nesta proporção durante a Copa das Confederações", declarou Mehl.

As principais reivindicações desse Comitê giram em torno do cancelamento da privatização do Maracanã, da retirada de um grupo de indígenas que ocuparam durante anos uma antiga sede do Museu do Índio, situada próximo ao estádio, e parar com as desocupações de imóveis para a realização dos grandes eventos esportivos no Rio.

TERRA/ SoS Família Militar

General com medo de Dilma pode ser motivo do governo ter sido surpreendido com as manifestações


General Elito: medo de Dilma?
Abin culpa general por desinformação de Dilma
Acusada de desinformada e por deixar o governo ser surpreendido pelas manifestações de rua, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) se defende. Dirigentes arapongas garantem (em off, claro) que enviam ao Planalto informes que nem sempre contêm boas notícias, por isso não são entregues à presidenta pelo general José Elito, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). É que ele morreria de medo de Dilma.

Toma que o filho é teu
José Elito sempre devolve à Abin informes sobre temas graves, e pede mais detalhes. Afinal, sem informe, não há despacho com Dilma.

Cautela e caldo de galinha
Amigos do general o consideram cauteloso. Pelo sim, pelo não, o chefe do GSI não mantém despacho privado com a presidenta há meses.

Sim, senhora
O chefe do GSI começou mal no governo, quando Dilma o obrigou a desdizer o que de fato havia dito, contra a Comissão da Verdade.

Aqui, não
Dilma não parece ter o general em alta conta. Assessores palacianos relatam que certa vez ela o expulsou do seu elevador privativo.

Cláudio Humberto/ SoS Família Militar

LE BOURGET, CÉU AZUL NA AVIAÇÃO



Na feira de Le Bourget, a maior do gênero, os fabricantes de aviões festejam as encomendas e os ganhos tecnológicos


O evento bienal no aeroporto de Le Bourget, inaugurado em 17 de junho, é o maior evento mundial de aviação, e toda marca e fornecedor fazem o possível para atrair mais negócios.

As coisas parecem positivas hoje para o lado civil do setor aeroespacial, mas não para a defesa, com cortes de orçamentos nos países desenvolvidos. Enquanto as economias emergentes crescem, o entusiasmo pelas viagens aéreas aumenta ainda mais depressa. Avanços tecnológicos tornaram os aviões mais baratos e menos poluidores, por isso as companhias aéreasde toda parte estão ávidas para substituir seus aparelhos mais antigos.

Segundo a previsão anual da Boeing, publicada neste mês, mais de 35 mil novos aparelhos - no valor aproximado de 4,8 trilhões de dólares - serão necessários nos próximos 20 anos. Perto de 25 mil deles serão aviões de um só corredor, e quase 13 mil irão para Ásia. É um mercado dominado por dois fabricantes ocidentais.

A Airbus conseguiu uma liderança precoce de publicidade com o voo inaugural de seu A350. A aeronave de 314 lugares teria um custo operacional 25% menor que as antecessoras, graças a materiais leves e a um novo motor RollsRoyce. NA metade da semana, a Airbus acrescentou 59 encomendas às 613 originais, além das dos modelos mais antigos.

A Boeing, sediada em Seatle, insistiu que esperava ser superada em vendas em Paris pelo time da casa (a Airbus é propriedade da Franco-alemã-espanhola Eads). Ainda conseguiu dar um salto considerável. A Boeing lançou também uma versão estendida de seu 787 Dreamliner, brevemente estacionado este ano por problemas de bateria, para concorrer com o ligeiramente maior A350, com mais de cem novas encomendas dele. A companhia norte-americana também aumentou as apostas contra a versão atualizada "neo" do Airbus A320, de corredor único, prometendo antecipar as primeiras entregas de seu concorrente 737 MAX, do fim de 2017 para o terceiro trimestre.

Pela primeira vez não foi apenas "o pingue-pongue habitual entre Boeing e Airbus", como disse a televisão francesa. Outras firmas, inclusive de países em desenvolvimento, há muito visam ao mercado dominante de corredor único, onde o crescimento é mais forte. Elas estão chegando perto.

A mais próxima é a Bombardier, do Canadá. Pierre Beaudoin, o patrão, promete que seus novos CSeries, destinados ao mercado de 100 a 150 lugares, farão o voo inaugural neste mês ou na primeira semana de julho, e as entregas começarão em 2014. A Bombardier tem 177 encomendas "firmes" do avião até agora. Será o primeiro a usar o motor turbofan "geared" da Pratt e Whitney, o mais próximo de uma grande ideia que os fabricante sde motores tiveram em algum tempo. Ao substituir o eixo habitual entre a hélice e a turbina por uma engrenagem que permite a cada uma girar em sua velocidade ideal, deverá reduzir significativamente o consumo, as emissões e o ruído.

A brasileira Embraer, maior rival da Bombardier no mercado de jatos "regionais" menores, confirmou que vai reformular seu E-jet, projetando para o mercado de 70 a 130 lugares, e disse já ter 300 encomendas e opções da nova versão. Ela não pretende (ainda) concorrer com Airbus e Boeing, mas vai se sobrepor à versão menor do CSeries da Bombardier. E também usará o novo motor da Pratt e Whitney.

A Rússia também tem aspirações. Em Paris, a Irkut, propriedade da United Aircraft Corporation, exibiu um protótipo do MC-21, com 130 e 150 lugares, que mais uma vez usará o motor turbofan com marchas (e eventualmente um russo). A Irkut pretende começar a construir um avião este ano. Outra firma do grupo UAC, a Sukhoi, até agora vendeu seu Superjet menor principalmente na Rússia e em outros países do antigo bloco oriental. Graças a uma joint venture com com a Alenia Aermacchi, da Itália, o primeiro Sukhoi Superjet destinado a companhia ocidental foi entregue em Paris para a Interjet do México.

Entre os ausentes da exposição esteve o candidato da China para enfrentar a Boeing e a Airbus, o Comac C919. O avião de mais de 150 lugares estava agendado para um voo inaugural em 2014, mas seu desenvolvimento foi interrompido. São os chineses que tanto a Boeing quanto a Airbus afirmam classificar como seu único concorrente sério, apesar da liderança da Bombardier.

Carros da Brigada Militar são incendiados em Porto Alegre

Veículos estavam no estacionamento do prédio da Secretaria de Segurança.

Não há informações sobre a motivação do ataque; Polícia Civil investiga.

Carros da Brigada Militar foram queimados na amdrugada em Porto Alegre (Foto: Reprodução/RBS TV)Carros da Brigada Militar foram queimados na amdrugada em Porto Alegre (Foto: Reprodução/RBS TV)
Dois carros da Brigada Militar do Rio Grande do Sul foram incendiados na madrugada desta segunda-feira (1), em Porto Alegre. De acordo com a BM, os veículos estavam no estacionamento do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), no centro da cidade, quando foram atingidos pelas chamas. Ainda não há informações de quem pode ter cometido o ataque e quais as motivações do crime.
De acordo com a Brigada Militar, o incêndio ocorreu por volta da 1h. Pouco antes, a BM registrou incêndio em sete contêineres de lixo também no centro da capital gaúcha. No mesmo prédio onde os carros foram queimados fica o gabinete do secretário Airton Michels, além da central de chamados de emergência para o 190.
A corporação já analisa imagens de uma câmera da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) que fica na Avenida Castelo Branco, próxima ao prédio do Ciosp. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública (SSP), ainda não há previsão para manifestação oficial do órgão ou do secretário sobre o assunto, o que poderá ser decidido ao longo da manhã. A Polícia Civil vai investigar o caso.
G1/ SoS Família Militar

Exército abre 102 vagas para médicos

Candidatos podem concorrer a 34 especialidades.
Seleção exige idade de no máximo 36 anos.

Exército
Inscrições
De 1º a 31 de julho
Vagas
102
Salário
não informado
Taxa
R$ 130
Provas
29 de setembro
O Exército abriu concurso para 102 vagas de médicos em 34 especialidades, para admissão e matrícula, em 2014, nos Cursos de Formação de Oficiais do Serviço de Saúde da Área de Medicina do Exército (CFO/S Sau/Q Med).
No site do DOU, é possível ver o edital (acesse o edital).
Os candidatos, que podem ser de ambos os sexos, deverão, até a data da matrícula do curso, ter concluído com aproveitamento, em instituição de ensino superior, o curso de graduação em medicina (área abrangida pelo concurso), que o habilite ao exercício profissional; possuir curso referente a uma das especialidades ou habilitações das áreas para as quais foram estabelecidas vagas e estar registrado no órgão fiscalizador da profissão a que concorre; ter idade de no máximo 36 anos, completados no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro do ano da matrícula; ter, no mínimo, 1,60m de altura, se do sexo masculino, ou 1,55m de altura, se do sexo feminino.
As áreas são as seguintes: 3 vagas para anestesiologia, 1 para angiologia, 2 para cancerologia, 5 para cardiologia, 2 para cirurgia cardiovascular, 1 para cirurgia de cabeça e pescoço, 1 para cirurgia de mão, 5 para cirurgia geral, 1 para cirurgia torácica, 1 para cirurgia vascular, 5 para clínica médica, 2 para endocrinologia e metabologia, 2 para endoscopia digestiva, 2 para gastroenterologia, 5 para ginecologia-obstetrícia, 2 para infectologia, 2 para mastologia, 7 para medicina intensiva, 1 para medicina legal, 1 para medicina nuclear, 3 para nefrologia, 2 para neurocirurgia, 3 para neurologia, 2 para oftalmologia, 2 para ortopedia/traumatologia, 1 para otorrinolaringologia, 1 para patologia, 2 para pediatria, 2 para pneumologia, 2 para proctologia, 3 para psiquiatria, 3  para radiologia, 3 para reumatologia, 20 sem especialidade e 2 para urologia.
As inscrições devem ser feitas de 1º a 31 de julho pelo site http://www.essex.ensino.eb.br. A taxa é de R$ 130. O candidato deve assinalar o local de opção do exame intelectual, a opção correspondente à sua área e especialidade ou habilitação profissional e sua opção pelo idioma estrangeiro (inglês ou espanhol) em relação ao qual deseja ser avaliado no exame intelectual.
Os candidatos não possuidores de especialidade médica, ou seja, que se declararem no ato da inscrição como sem especialidade, concorrerão às vagas estabelecidas para esse universo, sendo que após a aprovação no concurso e a conclusão do CFO/S Sau/Q Med, serão classificados, em Organizações Militares do Exército de qualquer natureza, preferencialmente de corpo de tropa.
O concurso terá exame intelectual; inspeção de saúde; exame de aptidão física; e revisão médica e comprovação dos requisitos biográficos exigidos aos(às) candidatos(as).
O exame intelectual será no dia 29 de setembro, nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Porto Alegre, Santa Maria, Belo Horizonte, Juiz de Fora, Curitiba, Florianópolis, Salvador, Recife, Belém, Campo Grande, Fortaleza, Brasília e Manaus.

G1/ SoS Família Militar