...

terça-feira, 7 de maio de 2013

RS: sobe para 45 o número de militares internados por inalação de fumaça em incêndio na EASA

Avião da FAB pousa em Ijuí com equipamentos para as vítimas do incêndio na EASA, em Cruz Alta

Pacientes possuem as mesmas lesões das vítimas da Boate Kiss, em Santa Maria, diz major médico
Equipamentos chegaram ao aeroporto de Ijuí e em seguida foram levados em ambulâncias para Cruz Alta. Foto: Abel Oliveira
Equipamentos chegaram ao aeroporto de Ijuí e em seguida foram levados em ambulâncias para Cruz Alta. Foto: Abel Oliveira
Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) pousou no aeroporto de Ijuí no início da tarde desta segunda-feira, 6/5, com dois respiradores e 10 kits para tratamento de intoxicação por cianeto.
O material estava sendo aguardado por ambulâncias do Exército de Cruz Alta, que transportaram os equipamentos para auxiliar no tratamento das vítimas do incêndio no quartel da Escola de Aperfeiçoamento de Sargento das Armas (EASA).
O número de vítimas que inalaram a fumaça tóxica já chega a 45, todas hospitalizadas, três estão em UTIs dos hospitais da cidade.
Segundo o major Edegar Francisco Hruschka, chefe do posto médico da guarnição de Cruz Alta, que comandou a operação no aeroporto de Ijuí, os pacientes possuem as mesmas lesões das vítimas da Boate Kiss, em Santa Maria. Espumas de colchões foram queimadas e fumaça inalada pelos militares, do EB e dos Bombeiros.
O major Edegar ainda destacou que outros três respiradores e mais 15 kits estão sendo levados de Santa Maria para Cruz Alta por terra.

Como o aeroporto de Cruz Alta não comporta aeronaves de grande porte, o avião pousou em Ijuí.(Imagens do incêndio: reprodução RBS TV) Fonte:IjuíNews/montedo

segunda-feira, 6 de maio de 2013

STM condena professora universitária que recebeu pensão ilegal por trinta anos

FALSIDADE

STM condena professora por receber pensão ilegal

O Superior Tribunal Militar condenou uma professora universitária a três anos de prisão por ter recebido indevidamente uma pensão da Marinha por conta do falecimento de seu pai. A pensão foi paga durante 30 anos, somando R$ 1,2 milhão.
A denúncia conta que em 1979, a civil foi até a Marinha e apresentou a certidão de óbito de seu pai, afirmando que ele seria um ex-combatente da Força. Segundo o laudo da perícia, a informação contida na certidão de óbito era falsa, caracterizando a falsidade ideológica do documento. Isso porque o pai da ré nunca serviu na Marinha, nem estava morto na época. A pensão começou a ser paga naquele ano e, desde então, a professora se apresentava anualmente para o recadastramento obrigatório na unidade militar e declarava a pensão em seu Imposto de Renda.
A primeira instância da Justiça Militar da União no Rio de Janeiro absolveu a ré por não considerar a conduta um crime, já que ela apresentava uma certidão de óbito autêntica para receber a pensão. No julgamento do recurso no Superior Tribunal Militar, a defesa argumentou que não houve dolo na conduta da ré. No entanto, o revisor do caso, ministro Fernando Galvão, apontou uma série de contradições que alegou exemplificarem a má-fé da civil em solicitar a pensão.
Segundo o ministro Galvão, a professora se habilitou para a pensão em 1979 como filha de um ex-combatente, mas declarou em interrogatório que a última vez que viu o pai foi em 1972. No entanto, a certidão de óbito apresentada tem a data de 1970. Durante o inquérito, foi apurado que o pai da civil morreu em 1981 e que ela foi informada da morte pelo irmão.
O revisor afirmou ser claro que houve a participação de alguém da Marinha no procedimento ilegal, mas que essa coautoria não foi apurada após 30 anos da fraude, pois o crime foi descoberto apenas em 2009 quando a administração militar realizou uma auditoria nas pensões concedidas.
O relator do caso, ministro Carlos Alberto Marques Soares, afirmou que a ré se recusou a reconhecer a dívida e a restituir os valores aos cofres públicos e votou pela condenação da ré a dois anos de reclusão. Já o revisor fixou a pena acima do mínimo legal em três anos de reclusão. Segundo o ministro Fernando Galvão, apesar da primariedade e dos bons antecedentes da ré, o dolo da conduta foi intenso, o que provoca o aumento da pena, de acordo com o Código Penal Militar.
A maioria dos ministros votou com o revisor e a professora universitária foi condenada a três anos de reclusão, com o direito de recorrer em liberdade, e foi fixado o regime inicialmente aberto para o cumprimento da pena. Fonte: MT NOTICIAS

Barco do Exército naufraga após ser atingido por raio no interior do AM

Fenômeno provocou incêndio em duas embarcações.

Um soldado ficou ferido, não há outras vítimas.

Do G1 AM, com informações da TV Amazonas
Balsa atingida pelo raio na madrugada de sábado (04) (Foto: Lindon Jonhson/TV Amazonas)
Balsa atingida pelo raio na madrugada de sábado (04) (Foto: Lindon Jonhson/TV Amazonas)
Um raio atingiu duas embarcações do Exército ancoradas no Rio Negro, numa região de São Gabriel da Cachoeira, a 852 quilômetros de Manaus, na madrugada deste sábado (04). Um barco afundou após pegar fogo. O incidente ocorreu por volta de 3h30. Um militar ficou ferido, não há outras vítimas.
O barco de madeira pegou fogo logo após ser atingido pelo raio. As cordas que o amarravam a uma balsa foram rompidas com a ação do fenômeno. A embarcação ficou à deriva e acabou afundando.
O raio também provocou danos à balsa. Colchões pegaram fogo. Um soldado do Exército teve ferimentos leves. Ele foi atendido em um hospital das Forças Armadas. A Marinha foi acionada para fazer buscas pelo barco naufragado. As embarcações pertencem ao 5º Batalhão de Infantaria de Selva.
Área da balsa foi isolada para investigação (Foto: Lindon Jonhson/TV Amazonas)
Área da balsa foi isolada para investigação (Foto: Lindon Jonhson/TV Amazonas)
G1

Incêndio em Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos causa internação de 26 militares no RS

Imagem: Tiago Fortes, via Facebook
Cruz Alta (RS) - Um incêndio danificou parte das instalações da EASA (Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos das Armas). O fogo irrompeu no alojamento da Companhia de Comando e Serviço da Escola por volta das 9h de hoje (6) e se alastrou rapidamente. A hipótese mais provável é que o incêndio tenha sido causado por um curto-circuito.
A queima dos colchões do alojamento gerou uma fumaça tóxica, que acabou sendo inalada por militares que tentaram combater as chamas. Vinte e seis deles estão internados hospitais da cidade. Dois estão na UTI.

Cruéis torturadores?

Gélio Fregapani

Além da solicitação de advogados de condenados pelo mensalãor, que se presos forem, que seja em quartéis do Exército, soube-se que um membro da Comissão da Verdade, Gilson Dipp, foi internado no dia 18 de setembro do ano passado no Hospital das Forças Armadas em Brasília para tratar de uma crise de asma. Para quem procura provar que houve tortura generalizada é, no mínimo uma atitude dissonante. Pelo jeito sabe que os militares tratam dignamente até seus inimigos.
Na verdade é muita cara de pau!

EVENTOS - Apresentada a Força Planalto


Militares que atuarão na Copa das Confederações se apresentam em Brasília

 -
    
 
Luana Lourenço
Repórter da Agência Brasil
Fotos ABr


Brasília - Parte dos militares que integram a Força Planalto, que vai atuar durante a Copa das Confederações, participou no domingo (6ABR13) de uma apresentação para o público durante a cerimônia de troca da Bandeira Nacional, na Praça dos Três Poderes.

A tropa reúne 3,7 mil homens das três Forças Armadas do Distrito Federal, de Goiás, do Tocantins e de Minas Gerais. O grupo vai trabalhar na segurança de grandes eventos esportivos em Brasília, e a primeira operação da tropa será em junho, durante a Copa das Confederações.

Além de apoiar operações nas ruas durante o evento esportivo, a Força Planalto vai atuar em ações antiterrorismo e de defesa cibernética, e também na proteção de estruturas de água, energia, telecomunicações e transportes, de acordo com comandante militar do Planalto, general Gerson Menandro.

As Forças Armadas, segundo o general, estão prontas para auxiliar os órgãos civis nas operações de segurança dos grandes eventos, mas de forma colaborativa. “As forças estão à disposição, mas sempre integradas aos órgãos de segurança pública. Não há protagonismo de ninguém. Cada um tem sua vocação natural, aquilo que lhe é mais competente. Temos protocolos operacionais conjuntos e esse protocolo define quem é responsável por cada risco”, avaliou.

Os militares do grupo estão em treinamento desde o ano passado e na última semana intensificaram as atividades, com simulações nos locais onde atuarão durante a Copa das Confederações.

Além da apresentação da Força Planalto, a cerimônia da troca da bandeira também teve a participação de alunos do Colégio Militar de Brasília. O hasteamento da bandeira foi acompanhado pela banda do Batalhão da Guarda Presidencial e pela tradicional salva de 21 tiros. Um problema técnico impediu a subida completa da bandeira, mas foi resolvido antes do fim da solenidade.

A bandeira de 286 metros quadrados, hasteada na Praça dos Três Poderes, é trocada no primeiro domingo de cada mês em solenidade aberta ao público.

ESG - Assume Alm Eduardo Bacellar Leal Ferreira


ESG tem desafio de se inserir em um mundo novo e cheio de surpresas, diz Amorim

Rio de Janeiro, 06/05/2013 – Criada há 64 anos, num cenário em que prevalecia a bipolaridade mundial, a Escola Superior de Guerra (ESG) chega aos dias atuais com o desafio de se inserir num mundo que se altera a cada dia.
 
A avaliação foi feita pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, em discurso por ocasião da posse do novo comandante da instituição, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira.
 
“A ESG nasceu sob o signo da bipolaridade. Hoje, vivemos num mundo muito diferente, marcado pela multipolaridade. Um mundo em que os nossos rivais tornaram-se principais aliados. Um mundo totalmente novo e cheio de surpresas”, disse Amorim.
 
Esse cenário, de acordo com o ministro, reforça o papel das Forças Armadas, seja na defesa da pátria ou das riquezas de que o país dispõe. “Temos recursos humanos e naturais que têm que ser protegidos, e isso é tarefa das Forças Armadas. Por isso, a presidenta Dilma Rousseff demonstra o seu reconhecimento”, disse Amorim, que vê esforços para “ajudar a reequipar de forma adequada [as Forças Armadas], para que elas estejam à altura da defesa desse nosso grande país”.
 
Novo comando da ESG
 
À frente da ESG por dois anos, o general Túlio Cherem deu lugar ao almirante Leal Ferreira. No discurso de despedida, o general lembrou dos avanços obtidos a partir da expansão da escola e a oferta de novos cursos, bem como a aproximação com a sociedade.
 
As conquistas foram lembradas por Celso Amorim. “Acompanhei o papel preponderante que ele desenvolveu, como comandante da Escola Superior de Guerra, na implantação do Campus ESG Brasília, atendendo ao objetivo estabelecido na Estratégia Nacional de Defesa de ‘promover maior integração e participação dos setores civis governamentais na discussão dos temas ligados à defesa’”, disse.
 
O ministro lembrou ainda que o general foi responsável pela realização do primeiro Curso Superior de Política e Estratégia (CSUPE) no campus Brasília, “proporcionando análises de políticas e estratégias, em especial na área da Defesa Nacional, por civis e militares. Graças à sua atuação, o campus Brasília ganhou, ainda, mais dois cursos: o de Direito Internacional dos Conflitos Armados (CDICA) e o Estágio de Assuntos de Defesa (EADef)”.
 
Ainda na menção elogiosa, Amorim destacou que “o campus do Rio de Janeiro também se beneficiou de seu empreendedorismo com a criação do Curso Superior de Defesa (CSD), que está preparando civis e militares, inscritos nas Escolas de Altos Estudos das três Forças e na Escola Superior de Guerra, para o exercício da função de assessoramento em assuntos de defesa”.
 
Comparecerem à cerimônia no Rio, entre outros, dos comandantes da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto; do Exército, general Enzo Martins Peri; da Aeronáutica, Juniti Saito; do chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), general José Carlos De Nardi; e do secretário-geral do Ministério da Defesa, Ari Matos. Ao término, o general Cherem e o almirante Leal Ferreira receberam os cumprimentos das autoridades civis e militares.