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segunda-feira, 6 de maio de 2013

EB em Revista 02/2013




                    
:: Comando Militar do Leste

38º Batalhão de Infantaria – Instrução / NPOR - Fotos [01 a 04]

Vila Velha (ES) – Nos dias 24 e 25 de abril, os alunos do Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva de 2013 realizaram exercício de campo de curta duração, quando exercitaram os conhecimentos adquiridos nas instruções de camuflagem, transposição de curso d’água, abrigos, entre outras.

Instrução - Fotos [05 a 06] - De 22 a 25 de abril, visando ao campo de longa duração, os soldados do efetivo variável de 2013 realizaram instruções da Fase de Instrução Individual Básica: orientação diurna, transposição de curso d’água e de obstáculos, entre outras.

17º Batalhão Logístico – Acampamento Período Básico  - Fotos [07 a 08]
Juiz de Fora (MG) - De 22 a 25 de abril, no Campo de Instrução de Juiz de Fora, o 17º Batalhão Logístico realizou o acampamento básico dos recrutas incorporados no ano. A atividade, iniciada com uma marcha de 12 km, constou de instruções de bivaque, transposição de curso d’água, orientação diurna e noturna, progressão diurna e noturna, silenciamento de sentinela e primeiros socorros.
:: Comando Militar do Nordeste
51º Centro de Telemática – Apresentação da Bandeira e Entrega de Boina

Salvador - No dia 26 de abril, o 51º Centro de Telemática realizou solenidade de entrega da boina e de apresentação da Bandeira Nacional aos soldados do Contingente 2013.

:: Comando Militar do Oeste

Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil - Reunião de Ambientação - Foto [11]

Cuiabá - Em fase de preparação para o início do Exercício Avançado de Operações de Paz (EAOP) do BRABAT do 18º Contigente Brasileiro no Haiti, foi realizada, no dia 26 de abril de 2013, uma reunião de Ambientação com os militares Observadores, Controladores e Avaliadores (OCAs) que participarão das atividades.
A colaboração desses militares é de fundamental importância para o desenvolvimento do EAOP, tendo em vista que trazem experiências recentes vividas no Haiti a serem compartilhadas com o contingente em preparo.
BRABAT 18 - Visita - Fotos [12 a 16] - No dia 25 de abril, o Comandante Miliar do Oeste, General João Francisco Ferreira, visitou a base do Batalhão de Infantaria de Força de Paz do 18º Contingente Brasileiro (BRABAT 18), na 13ª Brigada de Infantaria Motorizada, onde acompanhou o Exercício Básico de Operações de Paz. Desde 15 de abril, os integrantes do BRABAT 18 estão em atividades intensas antes do embarque, previsto para a segunda quinzena de maio. A tropa executará, até o dia 28 de abril, diversas oficinas de instrução (tiro, busca e resgate em estruturas colapsadas, escolta de autoridade, abordagens para garantir a lei e a ordem, entre outras), desempenhando ações similares às em execução pelas tropas brasileiras no Haiti.
:: Comando Militar do Sul
12º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado – Solenidade - Fotos [17 a 18]
Alegrete (RS) - No dia 27 de abril, o 12º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado realizou solenidade de entrega da “Boina Preta” aos 297 soldados incorporados, que são oriundos de Alegrete, Erechim e Passo Fundo (RS). Para fazer jus ao uso da boina preta, que é o símbolo do combatente das Unidades que integram as brigadas blindadas e mecanizadas, os militares realizaram um exercício no terreno, durante o qual enfrentaram situações similares às de combate, com esforços redobrados, visando a desenvolver tenacidade, iniciativa, coragem e, sobretudo, companheirismo. A atividade contou com a presença de grande número de familiares.

34º Batalhão de Infantaria Motorizado – Acampamento da IIB
- Fotos [19 a 20]
Foz do Iguaçu (PR) - De 22 a 26 de abril, o 34° Batalhão de Infantaria Motoriado realizou o coroamento da Instrução Individual Básica com um exercício no terreno, durante o qual os soldados participaram de instruções de progressão, orientação, transposição de curso d'agua e sobrevivência e de marcha de 12 km. Durante a atividade, a Organização Militar foi inspecionada pelo Comandante da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada.

sábado, 4 de maio de 2013

Copa



Brasília-DF :: Luiz Carlos Azedo

O Comando Militar do Planalto fez ontem uma simulação de desobstrução de vias e controle de distúrbios no futuro Centro de Treinamento da Seleção Brasileira, na Academia do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, no Setor Policial Sul. Atuarão na Copa 2014 blindados e  3 mil militares.

Exército simula ação


LUIZ CALCAGNO
THAÍS PARANHOS

Com blindados, cães, tropa e cavalaria, 260 homens do Exército Brasileiro simularam um confronto entre militares e manifestantes. Voltado para as copas das Confederações e do Mundo, o treinamento ocorreu em uma via pouco movimentada, atrás da Academia do Corpo de Bombeiros, no Setor Policial Sul. Dos participantes, 60 encarnaram o papel de um grupo revolucionário e montaram uma barricada. O Comando Militar do Planalto empregou homens da tropa de choque, armados com escudos e cacetetes, do batalhão de cães e da cavalaria, além de um caminhão com jato d’água, dois veículos blindados conhecidos como Urutus e um trator.
O ensaio no Setor Policial Sul foi o último de um programa de quatro dias. Nesta semana, além do contingente local, o DF recebeu militares do Tocantins, de Goiás e do Triângulo Mineiro. Um total de 3 mil homens do Exército, da Marinha e da Aeronáutica fez exercícios no Guará e no Plano Piloto, em pontos estratégicos como estações da Companhia Energética de Brasília (CEB) e da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb).
Comandante militar do Planalto, o general do Exército Gerson Menandro disse que os militares retornarão ao DF para novos treinamentos, entre 20 e 27 de maio. “Desenvolvemos cenários em que as Forças Armadas poderão atuar, mas também estudamos situações levantadas na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, das Olimpíadas de Londres, em 2012. A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) também levanta riscos para nos prepararmos”, comentou.
No exercício de ontem, os militares tentaram convencer os falsos manifestantes. Só depois, avançaram com a tropa de choque e a cavalaria. “O emprego de forças é gradativo, para evitar ferimentos graves a civis. Estaremos atentos a vias com grande volume de carros, mas, principalmente, as que dão acesso ao aeroporto”, explicou o coronel Virgínio Augusto Corrieri de Castro, comandante do Batalhão da Guarda Presidencial.

Blitz conjunta
Militares também trabalharam com os órgãos de fiscalização de trânsito. Durante a manhã, cerca de 30 homens fizeram um treinamento na pista atrás do Estádio Nacional de Brasília. Os soldados montaram um ponto de bloqueio e simularam algumas situações como a prisão de uma pessoa por porte ilegal de arma ou de drogas. “É um exercício onde não há contato com a população, é para nós”, explicou o 1º tenente do Exército Joaquim Barbosa do Vale. A operação contou com o apoio de agentes do DER.

Nos Estados Unidos, menor assassino ou estuprador é tratado como criminoso comum



WASHINGTON A maioridade penal varia entre 16 e 18 anos nos Estados Unidos, mas todos os seus 50 estados e o Distrito de Colúmbia (DC, onde fica a capital federal) têm dispositivos legais para processar, julgar e condenar crianças e adolescentes como adultos, segundo o Departamento de Justiça. Os critérios para a transferência do caso da Vara de Infância para uma Corte comum variam, com base nas legislações estaduais, mas têm em geral a mesma espinha dorsal: a prática de crime grave, como assassinato, estupro, estelionato, assalto e ocorrências ligadas a drogas.
O sistema federativo americano concede liberdade aos estados para definirem suas leis e, por isso, não há lei federal sobre maioridade penal. Mas o conceito é unificado: trata-se da idade a partir da qual um americano é automaticamente considerado um adulto para efeitos de responsabilidade legal. Atualmente, 37 estados e o DC fixam a maioridade aos 18 anos; outros 11, aos 17 anos. Apenas dois a estabelecem aos 16: Nova York e Carolina do Norte.

Criminoso aos sete anos
Em todos os estados está aberta a possibilidade de o menor enfrentar a Justiça comum. Alguns obrigam a transferência do caso se um certo número de critérios é alcançado; outros deixam esta avaliação nas mãos do juízes das Cortes juvenis, entre outros critérios. Em 17 estados e em DC, não há idade mínima em qualquer parte da legislação para que um menor seja julgado como adulto. Já em Oklahoma, por exemplo, se o Estado provar capacidade de discernimento, crianças a partir de 7 anos podem sentar no banco dos réus.
No início de 2005, por exemplo, a Justiça da Carolina do Sul condenou Christopher Pittman a três décadas de prisão pelo assassinato de seus avós, quando ele tinha 12 anos, em 2001. Pittman ficou recluso numa detenção juvenil até completar 17 anos (maioridade na Carolina do Sul) e hoje cumpre pena na cadeia.
O debate, no entanto, é grande nos EUA. Após movimento contrário nos anos 1990, resquício da orientação de combate duro à criminalidade e ao uso de drogas, desde 2006 pelo menos seis estados começaram a discutir a elevação da maioridade penal para os 18 anos.
Custos de encarceramento, evidências de reincidência criminal elevada para jovens que passaram por prisões comuns e, sobretudo, o avanço das pesquisas científicas sobre desenvolvimento cerebral, mostrando que a capacidade de julgamento e decisão até os 18 anos não está formada, são os principais combustíveis das discussões.

MD - Secretário-geral toma posse Dr Ari Matos Cardoso


Ari Matos Cardoso vai coordenar órgãos internos civis da pasta
 
 



Brasília, 03/05/2013 – O Ministério da Defesa (MD) deu posse, na sexta-feira (03ABR13), ao primeiro secretário-geral nomeado para a pasta. O escolhido foi Ari Matos Cardoso, ex-titular de Coordenação e Organização Institucional do ministério. A cerimônia aconteceu pela manhã, no Salão de Honra do MD, e contou com a presença do ministro da Defesa, Celso Amorim.

“Ao lado da necessidade permanente de operar e assegurar a interoperabilidade das Forças Armadas, temos uma importantíssima vertente dentro do Ministério da Defesa, que é a vertente civil. (...) Essa parte carecia ainda de organicidade. E a criação da Secretaria-Geral permite isso”, explicou Amorim, durante a solenidade.

Em consonância com o ministro, Ari Matos destacou, em seu discurso, o “caráter sui generis” da estrutura organizacional do MD. “Apesar da complexidade e da abrangência de suas atividades, [o ministério] não dispunha de órgão com características semelhantes à de uma Secretaria-Executiva, exigindo, sobremaneira, a participação do ministro em assuntos que (...) podem e devem ser delegados”, disse.

A Secretaria-Geral foi criada como órgão central de direção, por meio da Lei nº 12.702, de 7 de agosto de 2012. Instituída pelo Decreto 7974, de 1º de abril de 2013, tem como competências assistir ao ministro da Defesa na definição de diretrizes; coordenar e planejar as atividades das Secretarias de Coordenação e Organização Institucional (Seori), de Produtos de Defesa (Seprod), de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto (Sepesd), bem como o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) e o Departamento do Programa Calha Norte.

Durante a posse, Ari Cardoso enfatizou a satisfação em participar “desse momento de reestruturação do Ministério da Defesa”. E citou órgãos recém-criados na pasta, como o Instituto Pandiá Calógeras; as vice-chefias de Assuntos Estratégicos e de Logística; a subchefia de Apoio a Sistemas de Cartografia; os departamentos de Desporto Militar, de Tecnologia da Informação, de Pessoal Civil e do Programa Calha Norte, além do núcleo da Escola Superior de Guerra em Brasília.

Para ele, a Secretaria-Geral – que gerenciará todos esses novos setores – vai permitir “uma ação articulada com a vertente militar, sob a responsabilidade do EMCFA [Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas]”.

Na Defesa desde 2003, Ari Matos Cardoso foi diretor do departamento de Administração Interna e esteve à frente da Coordenação e Organização Institucional do ministério – cargo em que permaneceu de agosto de 2007 até meados de abril deste ano.

Participaram da solenidade os comandantes do Exército, general Enzo Martins Peri, e da Força Aérea, brigadeiro Juniti Saito, além do chefe do EMCFA, general José Carlos De Nardi. O comandante da Marinha foi representado pelo chefe do Estado-Maior da Armada (EMA), almirante Fernando Eduardo Studart Wiemer.

Operação Prato: Defesa vai liberar documentos sobre óvnis

A ação de 1977 é tratada como um dos maiores esforços militares em busca de objetos voadores não identificados no Brasil




O Ministério da Defesa promete revelar, em junho, documentos secretos de uma das maiores operações militares envolvendo objetos voadores não identificados no Brasil. A Operação Prato, de 1977, que levou a Força Aérea Brasileira (FAB) para verificar ocorrências extraordinárias no Pará, produziu um grande volume de material, em relatos, fotografias e vídeos, grande parte secreta até hoje. A decisão foi tomada após reunião com membros da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e representantes das Forças Armadas, no dia 18 de abril.

Documentos

O Brasil é um dos pioneiros na investigação de objetos voadores não identificados. Oficialmente, de 1969 a 1972, a Força Aérea Brasileira teve até um órgão dedicado a esse propósito. Desde a regulamentação da Lei de Acesso à Informação (LAI), alguns documentos da Força Aérea, que relatam eventos de 1950 até 2010, foram liberados. Mas os ufólogos afirmam que grande parte do material produzido nessa busca por óvnis ainda não veio a público. Por isso, eles principiaram, em 2004, uma campanha chamada “UFOs: Liberdade de Informação Já”, com o objetivo de pedir ao governo a liberação desses arquivos.

Os ufólogos acreditam que haja milhares e milhares de documentos sobre o assunto em posse da Marinha e do Exército. “Da Marinha, existe o caso da Corveta Mearim, de UFOs que perseguiram embarcações brasileiras da Marinha e deixaram seus equipamentos inutilizáveis, alguns por um determinado período. E o caso Ilha da Trindade, de 1958, sobre um óvni que teria sido visto pela tripulação de uma embarcação da Marinha”, explica Ademar Gevaerd, jornalista e editor da revista UFO.

Já do Exército, os ufólogos esperam documentos oficiais sobre o Caso Varginha, de 1996, que teve repercussão nacional. Segundo Gevaerd, esse caso teve uma investigação secreta e contou com envolvimento dos militares. “Esses documentos o exército nunca entregou, e eles existem. Nós entrevistamos militares que descrevem detalhes da captura dos dois seres e de restos da nave espacial. Temos o áudio dessas entrevistas, inclusive. Não vamos revelar nomes, mas nós temos esse registro”, afirma.
O Coronel Alexandre Emilio Spengler, coordenador do Serviço de Informações ao Cidadão do Ministério da Defesa, alegou que, com exceção da Operação Prato, o restante dos documentos solicitados se encaixa em uma destas categorias: 1) encontra-se à disposição nos arquivos da Marinha e do Exército e no arquivo Nacional; 2) não foi encontrado; 3) foi destruído;4) nunca existiu.

Conforme Spengler, a Operação Prato, do Comando da Aeronáutica, é a pasta secreta que faltava revelar. “O último documento sigiloso, e ainda não entregue aos ufólogos, é o da Operação Prato, que poderá ser aberto já em 1º de junho de 2013. Os demais documentos solicitados pelos ufólogos ou não foram encontrados, ou não existiram, ou foram destruídos, como é previsto em lei”, afirma. Ele se refere ao ao decreto nº 79.099/77, que regulamentava a salvaguarda de documentos sigilosos e permitia sua destruição, assim como dos eventuais termos de destruição, pela autoridade que os elaborou ou por quem detivesse sua custódia.

Operação Prato

Em 1977, a Força Aérea Brasileira deslocou mais de 20 militares para uma operação especial: registrar e verificar ocorrências de luzes hostis e manifestações misteriosas na cidade de de Colares, no Pará. Armados com câmeras fotográficas e filmadoras, os agentes não presenciaram nada extraordinário nos dois primeiros meses. Depois, no entanto, de acordo com os relatos, o cenário se alterou completamente: objetos luminosos se movimentando erraticamente, naves maiores do que prédios de 30 andares e depoimentos chocantes da população ribeirinha.

A Operação Prato, como ficou conhecida, resultou em 2 mil páginas de documentos, 500 fotos e 16 horas de filme. Porém quase tudo permanece arquivado, segundo Gevaerd. “Ainda falta 80% do material, centenas de fotos, vídeos que foram registrados, relatórios dos pilotos, que fizeram a perseguição - nada disso foi liberado”, esclarece.

Da liberação

Segundo o art. 45 do Decreto 7.724, de 16 de maio de 2012, que regulamenta a Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, as informações desclassificadas nos últimos 12 meses devem ser publicadas, anualmente, até 1º de junho de cada ano. A Comissão Permanente de Avaliação de Documentos Sigilosos (CPADS) do Ministério da Defesa é quem avalia os documentos sigilosos do Ministério da Defesa. “Na reunião do dia 18 de abril de 2013, o representante do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA) informou que os documentos referentes à Operação Prato (Pará) estão sendo reavaliados por essa Comissão e que poderão perder o sigilo (secreto) já em 1º de junho de 2013”, declara Spengler.

Interesse

A reunião, realizada no dia 18 de abril, foi um marco no diálogo entre ufólogos e militares. “É a primeira vez na história, não só do Brasil, mas do mundo, que o Ministério da Defesa chamou os ufólogos para conversar e expressar os seus pontos de vista. Saímos da reunião sem nenhum documento adicional, mas com a promessa de que eles vão ser liberados”, destaca Gevaerd.

Essa medida atende a um interesse da população, já que a ufologia açula a curiosidade dos terráqueos. Ao todo, houve 107 solicitações de informações sobre óvnis (cinco da administração central do Ministério da Defesa, nove do Comando da Marinha, 26 do Comando do Exército, 65 do Comando da Aeronáutica e dois da Escola Superior de Guerra). “Foi a maior demanda sobre um único assunto recebida pelo Ministério da Defesa”, ressalta Spengler.

Para Gevaerd, revelar todos os documentos demonstraria transparência e responderia muitas questões. “Ainda existe uma dúvida se os óvnis existem ou não. As pessoas torcem o nariz e perguntam: ‘Será?’”, comenta. “Com a liberação dos documentos, deixa de haver um mistério, passa a haver transparência, e é isso que as pessoas querem”, insiste. Pelo menos em relação à Operação Prato, as dúvidas serão respondidas em junho.

Centro de Treinamento Virtual do 20 BIB











No 20º Batalhão de Infantaria Blindado em Curitiba, foi inaugurado o segundo Centro de Treinamento Virtual do Exército Brasileiro

Em cerimônia presidida pelo General de Divisão  Luiz Felipe Khaemeh Carbonell, comandante da 5ª RM/DE foi inaugurado, no dia 30 de Abril 2013,  no 20º Batalhão de Infantaria Blindado em Curitiba, o segundo Centro de  Treinamento Virtual do Exército Brasileiro. O EB passa a contar em suas unidades de dois simuladores de treinamento de tiro, sendo o primeiro, instalado no Batalhão de Polícia do Exército de Brasília.

A cerimônia de inauguração contou com inúmeras autoridades, civis e militares que prestigiaram este novo marco no reaparelhamento do Exército. Ocasião em que todos os presentes puderam realizar tiros utilizando o Fuzil FAL, Fuzil IMBEL IA2 e Pistola Beretta 9 mm.

A implantação deste novo simulador de tiro, faz parte do projeto coordenado pela Divisão de Simulação de Combate do Comando de Operações Terrestres (COTER), que visa dotar o EB de meios modernos e eficazes de treinamento.

O simulador instalado no 20º BIB pode simular, simultaneamente, até quatro fuzis FAL ou quatro pistolas Beretta de 9 mm.

O equipamento com tecnologia nacional e desenvolvido pela empresa EBTS, será utilizado na formação básica dos recrutas da guarnição de Curitiba, tendo em vista que o sistema implementa todas as normas de tiro previstas no manual Iguais do EB. Além dos exercícios voltados para a formação do recruta, o simulador possui implementado os exercícios voltados para os militares profissionais tais como o TAT – Teste de Aptidão ao Tiro de Oficiais e Sargentos.

Além do treinamento básico o simulador será utilizado no treino tático de grupos de combate com simulações de deslocamentos na selva, diurno e noturno, tiro embarcado em voadeiras, operações de GLO entre inúmeras outras situações.

Utilizando de tecnologia 100% nacional e equipamento totalmente adaptado aos requisitos técnicos do Exército. Possui a característica de evoluir o seu uso para o treino com outros armamentos, como Metralhadora Browsing .50, Metralhadora FN MAG, AT4, Carl Gustav, entre outros. Esta característica faz com que o Exército disponha de um equipamento de alto nível,  a baixo custo se comparado aos equipamentos importados, além de garantir a utilização do equipamento por todo o ano de instrução desde a fase básica, até a de qualificação dos recrutas.

Sobre a Divisão de Simulação de Combate do COTER

A Divisão de Simulação de Combate do Comando de Operações Terrestres (COTER) do Exército Brasileiro é responsável pelos estudos, definições e proposições do emprego de simuladores nos diversos escalões de combate da Força Terrestre. Dentro de sua missão a definição da doutrina de  emprego das simulações construtiva, virtual e viva vem se destacando pelos resultados e elevado nível alcançados contribuindo de forma impar na modernização de conceitos e de adoção de soluções modernas.

Sobre o 20º BIB

O 20º BIB - Batalhão de Infantaria Blindada ou Batalhão Sargento Max Wolff Filho é uma das unidades mais tradicionais do Exército do Brasil, e está subordinado a 5ª Brigada de Cavalaria Blindada de Ponta Grossa, PR.

O 20º Batalhão de Infantaria Blindada foi criado em 1972, quando recebeu 48 Blindados de transporte tipo M113-B. O 20 BIB possui um efetivo de aproximadamente 1.000 homens e ocupa uma área de 196 mil metros quadrados no Bairro Bacacheri.

Atualmente é comandada pelo TCel Luiz Claudio Barros de Oliveira.

Sobre a EBTS

A EBTS – Empresa Brasileira de Treinamento e Simulação é uma companhia dedicada a transformar o paradigma atual de treinamento e simulação, onde disponibilizamos para o mercado modernas soluções levando sempre em consideração alto nível tecnológico e compromisso com a qualidade de sua fabricação.      

A EBTS conta com uma equipe técnica de elevado nível e com parceiros tecnológicos brasileiros e internacionais, assim estamos aptos a fornecer modernas soluções em simuladores, voltados ao treinamento ou ao entretenimento, e plenamente capazes de desenvolver projetos especiais para clientes conforme pontuais demandas.